Estamos em clima de contagem regressiva para o final do DL 2011. Mas ainda sobra tempo para muitas leituras. Só de "Autores Regionais" foram 58 leituras. As escolhas foram bem variadas. Conforme o esperado, muito autores novos foram "revelados" pelo olhar particular dos leitores-participante do DL. Sendo assim, as leituras coincidentes foram poucas. Duas leituras para O Mundo de Vidro de Maurício Gomyde e Minha vida fora de série de Paula Pimenta
Leitora-destaque:
Shirlei - 12 livros
Se o nome de quem leu mais de três livros não aparecer na lista, ou se houver algum outro erro no cômputo, por favor, avise-nos. Teremos o maior prazer em reparar o erro.
Mais um tema que ficou para trás, muitas leituras foram feitas e, sem dúvida, muitos autores desconhecidos passaram a figurar na lista de "preciso ler" de muita gente. É muito bacana descobrir autores novos de regiões muito diferentes da nossa. E para falar um pouco sobre essa experiência convidamos a blogueira Shirlei Mello do Um Livro por Dia para escrever o texto de encerramento desse mês. Confere:
E confere a leitura da Shirlei para o DL de setembro:Recebi o e-mail da Vivi para fazer o encerramento de Setembro e, confesso, pensei: "porque logo eu?". Lógico que é uma honra, mas apesar de eu ser um leitora voraz e tagarela incansável, e também de adorar escrever, eu sou muito tímida. Vocês podem dizer que eu tinha a opção de recusar, mas porque deveria? Um desafio - ainda mais relacionado ao Desafio Literário - é sempre um prazer.Mas, força e vamos lá... O tema do DL deste mês de Setembro foi Autores Regionais, me deu muito trabalho para escolher quais livros eu leria, não porque não leia autores de minha região, mas porque gosto muito da literatura nacional e foi complicado escolher apenas alguns livros para ler. Olhe só vocês como já começou complicado: Eu sou de São Paulo, minha mãe nasceu no Paraná e eu sempre passei féria lá, minha tia favorita é de Minas Gerais, estado que eu simplesmente adoro, a família do meu marido é da Bahia, outro estado que não tem como não se apaixonar... Assim eu fiquei indecisa se deveria ler livros apenas de autores de São Paulo ou poderia incluir outros. No final optei por ler livros de autores de todo o Sudeste do Brasil.Então eu separei 6 livros para ler no inicio do mês, autores de SP, RJ e ES. Mas, graças à generosidade de amigos que doaram livros para a biblioteca que estou ajduando a montar aqui no bairro, acabei lendo 12... OK, ok, eu sei que são muitos, mas eu simplesmente não resisto.Comecei com Lygia Fagundes Telles, porque Lygia é simplesmente demais. Quem não conhece deve conhecer, seus livros são curtos, de crônicas e contos na sua maioria, mas todos sempre com um final diferente, do tipo que nos deixa com a pulga atrás da orelha (ou o pulgo, como gosta de dizer meu amor!). Além da Lygia dei uma chance para outros autores - que eu não tinha lido nenhum livro ou que já tinha lido e não havia gostado - mas eu adoro quebrar paradigmas e conhecer coisas novas, mergulho de cabeça, por assim dizer.O tema deste mês foi muito interessante para vermos quantos autores temos em nossa região - ou em outras do país - e por vezes não nos damos conta, muitas vezes nos acostumamos a ler sempre os mesmos autores, sempre o mesmo estilo de livro, e não percebemos a grande diversidade literária que nosso país produz. Somos bem dotados na literatura, capazes de produzir romances, crônicas, contos, ficção, infanto juvenis, biografias, reportagens, chick lit, comédias, teen... e todos os outros estilos literários que existem.Então, minha biblioteca regional deste mês ficou bem diversificada, tanto em estilos literários como em autores: André Vianco - SP, Monteiro Lobato - SP, Mauricio Gomyde - (BSB - DF), Zéia Gattai - SP, Marisa Raja Gabaglia - RJ, Mônica de Castro - RJ, Antonio Carlos Vilela - SP, Paulo Coelho - RJ, Silvia Cintra Franco - SP, e dois do Fernado Sabino - MG.Outros que eu mesmo querendo não tive tempo de ler, mas que valem à pena serem lidos: Rosana Bond - PR, Ganymédes José - SP e Orlando de Miranda - SP.E creio mesmo que em toda biblioteca deveria ter um pouco de cada, sem nos atermos a modismos, aos livros que todos leem. Além de todos os autores já conceituados em nosso Brasilzão, tem sempre novos e bons autores surgindo, como vimos no mês de Julho aqui mesmo no DL. Então, porque nos apegarmos a ler livros de autores regionais ou novos autores apenas quando somos desafiados a isso? Porque não fazer disso uma rotina? Quem sabe nosso mundo - e nossa biblioteca - fica mais colorida, mais ampla e mais aberta às novidades?Os livros estão ai para serem lidos, e cabe a nós leitores valorizar (e criticar, se for o caso) nossa literatura como valorizamos o que nos vem de fora.
- O Bom Ladrão - Fernando Sabino
- Martini Seco - Fernando Sabino
- Resgate no Tempo - Silvia Cintra Franco
- O Vencedor está só - Paulo Coelho
- Papo de Família - Antonio Carlos Vilela
- Só por Amor - Mônica de Castro
- O Sedutor da Bicharada - Marisa Raja Gabaglia
- Anarquistas, graças a Deus - Zélia Gattai
- O Mundo de Vidro - Maurício Gomyde
- A Reforma da Natureza - Monteiro Lobato
- O Caminho do Poço das Lágrimas - André Vianco
- Antes do Baile Verde - Lygia Fagundes Telles
Por Fabiane Siqueira
Relato de um Náufrago – Gabriel Garcia Marques
O livro é o relato de um Náufrago a um jornalista, que depois da glória de ser salvo, foi proclamado herói, participou de programas televisivos, fez comercias e depois foi esquecido por todos. Nesta situação decide ir conversar com Gabriel Garcia Marques e contar o verdadeiro relato, que até então havia sido censurado pelo governo – Uma ditadura na Colômbia. E o que os dois não sabiam é que o Naufrago perderia toda a sua glória e o jornalista por pouco não perdeu a pele.
Luis A. Velasco, o Náufrago, viajava num navio com destino a Cartagena . O Navio havia ficado fazendo reparos nos EUA por 8 meses e estava pronto para voltar ao seu país de origem, com uma carga insólita, rádios, geladeiras, máquinas de lavar e estufas, principalmente, aumentando assim o seu peso.
Um dia antes da chegada a Cartagena, à noite, os marinheiros que estavam de folga receberam a ordem de subir e fazer contrapeso a bombordo. Luis sabia o que significava aquela ordem, o barco estava adernando perigosamente e eram necessários todos os marinheiros para contrabalançar.....
Uma onda mais forte afundou o barco e todos caíram na água, sendo que logo após Luis percebeu que o barco estava há alguns metros de distância.
Entre geladeiras, máquinas de lavar e toda espécie de utensílios domésticos, o Náufrago se segurou em uma das caixas e começou a ouvir gritos de seus companheiros. De longe viu duas balsas e nadou até uma delas. Tentou ir ao resgate dos amigos, mas num momento parecia que ia conseguir e logo após os amigos afundaram e ele ficou além de desesperado, sozinho, na imensidão do mar.
Sua saga começou nesse instante. Ele ficou a deriva por dez dias, alternando momentos de esperança, desespero, resignação, mas por incrível que pareça ele resistiu sem comer e bebendo somente água do mar.
O Relato mostra acima de tudo que é preciso acreditar que as coisas vão acabar bem, embora nem sempre se consiga ver o propósito disso.
O livro é o relato de um Náufrago a um jornalista, que depois da glória de ser salvo, foi proclamado herói, participou de programas televisivos, fez comercias e depois foi esquecido por todos. Nesta situação decide ir conversar com Gabriel Garcia Marques e contar o verdadeiro relato, que até então havia sido censurado pelo governo – Uma ditadura na Colômbia. E o que os dois não sabiam é que o Naufrago perderia toda a sua glória e o jornalista por pouco não perdeu a pele.
Luis A. Velasco, o Náufrago, viajava num navio com destino a Cartagena . O Navio havia ficado fazendo reparos nos EUA por 8 meses e estava pronto para voltar ao seu país de origem, com uma carga insólita, rádios, geladeiras, máquinas de lavar e estufas, principalmente, aumentando assim o seu peso.
Um dia antes da chegada a Cartagena, à noite, os marinheiros que estavam de folga receberam a ordem de subir e fazer contrapeso a bombordo. Luis sabia o que significava aquela ordem, o barco estava adernando perigosamente e eram necessários todos os marinheiros para contrabalançar.....
Uma onda mais forte afundou o barco e todos caíram na água, sendo que logo após Luis percebeu que o barco estava há alguns metros de distância.
Entre geladeiras, máquinas de lavar e toda espécie de utensílios domésticos, o Náufrago se segurou em uma das caixas e começou a ouvir gritos de seus companheiros. De longe viu duas balsas e nadou até uma delas. Tentou ir ao resgate dos amigos, mas num momento parecia que ia conseguir e logo após os amigos afundaram e ele ficou além de desesperado, sozinho, na imensidão do mar.
Sua saga começou nesse instante. Ele ficou a deriva por dez dias, alternando momentos de esperança, desespero, resignação, mas por incrível que pareça ele resistiu sem comer e bebendo somente água do mar.
O Relato mostra acima de tudo que é preciso acreditar que as coisas vão acabar bem, embora nem sempre se consiga ver o propósito disso.
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Obrigada!
O prazo para o recebimento das resenhas via autolink encerrou-se. Envie as resenhas em atraso para o email desafioliterario[arroba]gmail[ponto]com.
E hoje é dia de sorteio! Veja só o que temos preparado para o ganhador da vez:
- O livro Luz lembrada cedido pela cedido pela Editora Univali.
Luz Lembrada (Jyoti) é uma coletânea eclética de poemas que envolve temas comuns a qualquer ser humano. Enfoca a natureza e os lugares por onde o poeta William Wollinger Brenuvida percorreu. Revela algumas paragens em São Paulo, Brasília, Santa Catarina. A obra fala de amores e de jardins, de árvores e de pássaros, de encanto do mar e de céu estrelado. O poeta revela seu fascínio pelas coisas da alma e em luz que se lembra, portanto, Jyoti - um nome que provém do sânscrito, luz lembrada. Uma luz que transcende estágios, que pede passagem.
Dados Adicionais
ISBN: 9788576960324Edição: 1
Peso: 0,242
Nº Paginas: 127
Formato: 16x23
Ano Edição: 2007

O ganhador escolherá um dos 6 modelos dispostos acima. Lindos, não?
- 01 conjunto de três belos marcadores feitos pela Cristina Tronco do Atelier da Tininha.
![]() |
| Imagem ilustrativa. O modelo e as cores dos marcadores serão escolhidos por Cristina. |
Sem mais delongas, o número sorteado foi...
Natallie, querida, parabéns! Entre em contato conosco via:
desafioliterario[arroba]gmail[ponto]com e informe-nos o modelo de marcador de sua preferência. (Marcador Personalizado da Danizinha)
* O sorteio realizado é referente ao tema Clássicos da Literatura Brasileira. Veja o rol de participantes da rodada aqui: http://desafioliterariobyrg.blogspot.com/2011/08/resenhas-autolink-classicos-da.html
Como sempre, agradecemos aos nossos parceiros Editora Univali, Dani Haendchen e Cristina Tronco e à sua contribuição valiosa.
Até o próximo sorteio, pessoal!
Agosto já foi mesmo. Porém, para darmos a missão por encerrada, falta o nosso bota-fora tradicional. Dessa vez, a tarefa ficou a cargo da querida Dani Neves do blog No presente, Momentanea Mente. Diz aí, Dani!
"Ai que emoção!", pensei. E logo em seguida "Encerramento do tema Clássicos Brasileiros? Me ferrei!!!"
Sim, minha gente linda. Porque, pensa comigo:
O que é um clássico?
Clássico é aquele livro que você pergunta ao porteiro do seu prédio se ele já leu, e ele diz que não. MAS ELE SABE EXATAMENTE DO QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO!!!
Ou seja, vou prosear sobre algo que tooooodooooo mundo conhece. Seria um pouco assustador... se eu não fosse abusada! E ouso dizer mais, eles são a minha especialidade! Lí clássicos gregos e troianos, ingleses (meus preferidos ever), norte-americanos, latinos, orientais... e brasileiros!
E diz aí se não é uma delícia ler um escritor em sua língua nativa... já que essa raça fleumática adora uma entrelinha (vocês já devem ter botado reparo nisso) saímos em vantagem com os tupiniquins! Nada de ficar à mercê de interpretações parciais de tradutores! Viva a genialidade dos autores nacionais!
Porque apesar de todas as mazelas com a educação e a cultura nesta terra, a fauna literária que prolifera aqui é bem rica. Tem coisa boa de todo estilo, pra todo gosto...
Quer entender algo sobre o ego nos anos 80? Ignácio de Loyola Brandão, Bebel que a cidade comeu.
Quer romance malemolente? Jorge Amado, Tieta.
Gostou? Jorge Amado, Capitães da areia
Quer prosa inteligente? Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas - obra com a mais genial dedicatória de todos os tempos.
Quer pagar de intelectual? Tenta Clarice (Lispector, diva!) e depois me conta se conseguiu.
Uma perfeita caracterização? Aluísio de Azevedo, O cortiço
Inspiração pra uma nota de suicídio? Alvares de Azevedo, Noites na Taverna
Romance rasgaaaaaaaaaado? Qualquer um de José de Alencar. Prepare o lenço.
Quer dar muita risada? Veríssimo!
Literatura fantástica? Murilo Rubião.
Choque de realidade? Guimarães Rosa.
Poesia? Cora Coralina. Crônicas? Moacyr Scliar, Drummond, Chico Buarque. Autoajuda? Padre Marcelo!
Viu só? Como disse o primeiro cronista que pisou nestas praias: nessa terra, tudo dá!
E não me venha dizer que não gosta de literatura nacional. Pois vou dizer que você é que não pegou na veia de uma Lygia Fagundes Telles.
E tenho dito.
Dani Neves
30/08/2011
Os mais lidos foram Dom Casmurro de Machado de Assis e Noite na taverna de Alvares de Azevedo.
Leitores-destaque da rodada:
Li Castro - 5
Letícia Guedes - 4
Shirlei - 4
Se o nome de quem leu mais de três peças não aparecer na lista, ou se houver algum outro erro no cômputo, por favor, avise-nos. Teremos o maior prazer em reparar o erro.
Por Fabiane Siqueira
Um presidiário decide contar sua historia para seu companheiro de cela, que está para ser libertado na manha seguinte, a historia é contada entre a Brisa e a Madrugada.
Contada sobre a ótica de ...., que foi “apadrinhado do Tio Rodrigo, colocado no “negócio” para cuidar de suas rinhas de galo.
Levava uma vida normal, no morro, já participando dos “esquemas, enquanto seu irmão, um cara totalmente contrário as escolhas suas , com esposa e filha foi morto covardemente e esse é o ponto de mudança da sua história.....decidiu vingar seu irmão, e com isso tornou-se fugitivo e matador. Foi preso depois de muito aprontar e pegou 5 anos, e topou com Tuti, camarada, que depois mais tarde apresentou ele ao Tio Rodrigo.
Trabalhar para Tio Rodrigo era um misto de alivio, pois o mercado de matar pessoas estava em crise e ele precisava de um pouco de “rotina”.
Tudo começou a mudar o dia que Tio Rodrigo apagou um dos parceiros com a desculpa de que ele era tira. O livro começa deste ponto desenrolar a verdadeira historia desse presidiário, que passa seus dias a procura de sua cunhada e sua sobrinha – afilhada.
O livro tem uma linguagem singular e é bem fácil de ser lido. Recomendo.
Maicon Tenfen é um escritor brasileiro nascido no dia 31 de dezembro de 1975 em Ituporanga, cidade localizada no interior de Santa Catarina. É conhecido pela publicação de contos e romances de grande intensidade e suspense, que costumam prender a atenção do leitor, bem como por seu trabalho na imprensa escrita, onde assina crônicas caracterizadas por bom humor, criticidade e ironia. Entre suas obras, destacam-se Um Cadáver na Banheira (romance), O Impostor (contos), Mistérios, mentiras e trovões (novela) e A Culpa é do Mordomo (crônicas).
Um presidiário decide contar sua historia para seu companheiro de cela, que está para ser libertado na manha seguinte, a historia é contada entre a Brisa e a Madrugada.
Contada sobre a ótica de ...., que foi “apadrinhado do Tio Rodrigo, colocado no “negócio” para cuidar de suas rinhas de galo.
Levava uma vida normal, no morro, já participando dos “esquemas, enquanto seu irmão, um cara totalmente contrário as escolhas suas , com esposa e filha foi morto covardemente e esse é o ponto de mudança da sua história.....decidiu vingar seu irmão, e com isso tornou-se fugitivo e matador. Foi preso depois de muito aprontar e pegou 5 anos, e topou com Tuti, camarada, que depois mais tarde apresentou ele ao Tio Rodrigo.
Trabalhar para Tio Rodrigo era um misto de alivio, pois o mercado de matar pessoas estava em crise e ele precisava de um pouco de “rotina”.
Tudo começou a mudar o dia que Tio Rodrigo apagou um dos parceiros com a desculpa de que ele era tira. O livro começa deste ponto desenrolar a verdadeira historia desse presidiário, que passa seus dias a procura de sua cunhada e sua sobrinha – afilhada.
O livro tem uma linguagem singular e é bem fácil de ser lido. Recomendo.
Maicon Tenfen é um escritor brasileiro nascido no dia 31 de dezembro de 1975 em Ituporanga, cidade localizada no interior de Santa Catarina. É conhecido pela publicação de contos e romances de grande intensidade e suspense, que costumam prender a atenção do leitor, bem como por seu trabalho na imprensa escrita, onde assina crônicas caracterizadas por bom humor, criticidade e ironia. Entre suas obras, destacam-se Um Cadáver na Banheira (romance), O Impostor (contos), Mistérios, mentiras e trovões (novela) e A Culpa é do Mordomo (crônicas).

