1) Juntamente com o o seu nome, coloque o endereço da postagem e não do blog. Informe também o seu email, mas não se preocupe pois ele não será divulgado.
2)Para identificar a leitura do livro reserva, coloque depois do seu nome o termo “segundo livro” ou “livro-reserva”.
3)Certifique-se de que você está inscrito como participante do desafio literário antes de linkar a sua resenha. Saiba mais em nossos regulamentos.
4) Por uma questão de ordem, posts que não contenham a resenha do livro lido serão excluídos.
Obrigada!
O prazo para o recebimento das resenhas via autolink encerrou-se. Estamos trabalhando na abertura do desafio de Junho. Envie as resenhas em atraso para o email desafioliterario[arroba]gmail.com. Iremos publicá-las manualmente a partir do dia 03/06/11.
Obs: É de fácil e rápida leitura. Vale a pena uma passada d'olhos, uma leitura atenta, ou seja, o que o tempo lhe permitir.
Para uma melhor visualização, leia o texto em sua fonte de origem: http://ebookbrowse.com/regiocom-34-livro-reportagem-o-que-%C3%A9-para-qu%C3%AA-bruno-ravanelli-pessa-pdf-d70423956
Desde o mês passado, resenhistas do mês estão automaticamente concorrendo ao prêmio de um conjunto de 03 Marcadores belíssimos feitos pela Cristina Tronco do Ateliê da Tininha.
Dica DL 2011: O Atelier da Tininha é também uma loja virtual especializada em produtos artesanais, originais e personalizados. Muita coisa bacana mesmo. Passa lá!
Do total de 117 leituras, não é supresa, O guia do mochileiro das galáxias foi disparado o mais lido . Segue abaixo o detalhamento dos nossos números.
E fazendo parte da galeria dos leitores vorazes do mês de abril temos:
Li Castro- 10 leituras
Shirlei - 8 leituras
Lyani - 6 leituras
Aline Gomes - 5 leituras
Lizzie - 5 leituras
Neiriberto - 4 leituras
Raphael Elaphar - 4 leituras
* Se o nome de quem leu mais de quatro livros não aparecer na lista, por favor, avise-nos. Teremos o maior prazer em reparar o erro.
| Viagens insólitas | ||||||||||||||||||||||
| De Arthur Clarke a Philip K. Dick, descubra aqui quem escreveu as melhores histórias que atravessam as fronteiras do tempo e do espaço | ||||||||||||||||||||||
| por Ulisses Capozzoli | ||||||||||||||||||||||
Se você quer embarcar no universo da ficção científica, mas ainda não encontrou a porta de entrada, aqui vai uma sugestão: comece por obras e autores mais conhecidos e logo se dará conta da infinidade de escolhas que tem pela frente. Talvez a descoberta que você esteja para fazer é que não bastam as sugestões e recomendações de resenhas literárias. Isso faz com que muitas das listas feitas por escritores e críticos – quanto ao que supostamente existe de melhor – não passem de referência. Úteis, é verdade, mas nenhum guia de campo é capaz de substituir a descoberta pessoal. As seções de ficção científica em livrarias de países como os Estados Unidos e a França, para citar dois exemplos, são a demonstração mais demolidora do descompasso brasileiro nesse segmento que Ray Bradbury, com certa irreverência, classificou de corrente principal, em vez de mero tributário, no rio largo da literatura. O crítico Fausto Cunha, também autor – certamente você encontrará As noites marcianas em um sebo –, foi dos mais empenhados na consolidação da ficção científica no Brasil, mas sua morte interrompeu essa tarefa que continua aquém das nossas necessidades, mesmo com alguma ampliação, mais recentemente.
Cunha escreveu, numa longa introdução a No mundo da ficção científica (Summus), de L. David Allen – “A ficção científica no Brasil, um planeta quase desabitado” – que esse filão, “a exemplo da ficção policial e de mistério, é um gênero tipicamente anglo-americano. Quem percorre catálogos, revistas e livrarias observa que os autores americanos e ingleses respondem por 90% ou mais da produção publicada nessas áreas”.
Pelo menos dois trabalhos recentes sugerem alguma ampliação da ficção científica no Brasil. Um deles é Ficção científica, fantasia e horror no Brasil – 1875/1950 (Editora UFMG), projeto de iniciação científica posteriormente publicado como livro por Roberto de Sousa Causo, em 2003. Significativo também é que a iniciação científica tenha sido custeada com bolsa concedida pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), coisa que nem o beneficiado por ela acreditava possível. Causo diz que um desses pareceristas anônimos, capazes de romper com certo tradicionalismo do que pode e deve ser beneficiado com recursos públicos, foi fundamental para a concessão da bolsa que resultou no livro.
Outra abordagem foi feita pela pesquisadora americana Elizabeth Ginway, Ficção científica brasileira: mitos culturais e nacionalidades no país do futuro, e publicada aqui pela Editora Devir este ano. Ao contrário de Causo – também o tradutor de Ginway para o português –, ela se restringe aos últimos 60 anos, cobrindo o que ficou conhecido como “Geração GRD”, formada pelo grupo estimulado pelo editor Gumercindo Rocha Dórea, que publicou também As noites marcianas, de Fausto Cunha.
Evidentemente, todo o levantamento feito tanto por Fausto Cunha quanto por Roberto Causo e Elizabeth Ginway mereceria considerações. Mas como a intenção, aqui, é sugerir algumas indicações iniciais, melhor passarmos rapidamente a elas. Para começar é preciso dizer que mesmo os mais desinteressados leitores de ficção científica conhecem Arthur Charles Clarke, autor do conto “A sentinela”, que deu origem ao clássico 2001, uma odisséia no espaço, levado para o cinema sob direção de Stanley Kubrick.
O que ler de Arthur Clarke? Esse é o primeiro desafio em se tratando de um autor tão prolífico. De qualquer maneira, ao menos uma obra pode ser estimulante: A sonda do tempo, uma coletânea de contos que ele próprio organizou e de que participa com “Respire fundo”. Essa reunião do que Arthur Clarke considera o melhor da ficção científica mundial foi lançada no Brasil pela Nova Fronteira em 1983. Tem a vantagem de permitir não só um primeiro contato direto com Arthur Clarke como provar a nata da ficção científica internacional, caso de Robert A. Heinlein, Murray Leinster, Theodore L. Thomas, Robert Silverberg, James H. Schmitz, Cyril Kornbluth, Philip Latham, Jack Vance, Julien Huxley e o conhecidís¬simo Isaac Asimov, sem dúvida o mais produtivo de todos. Por essa lista é possível concordar com Fausto Cunha sobre o fato de a ficção científica ser, na realidade, um gênero tipicamente anglo-americano, ainda que o primeiro escritor desse gênero tenha sido um francês, Júlio Verne, autor de Viagem ao redor da Lua. Na coletânea de Arthur Clarke, atente especialmente para dois contos: “Meteorologia”, de Theodore L. Thomas, e “Cibernética”, de Murray Leinster. Thomas, nada conhecido por aqui, é um bem-sucedido químico e advogado de patentes que já escreveu sob o pseudônimo de Leo¬nard Lockhard. Murray Leinster, pseudônimo de Will F. Jenkins, tem vários títulos publicados no Brasil desde 1917. Na antologia de Arthur Clarke, surpreendentemente, não aparece Philip K. Dick. O fato é que Philip K. Dick é absolutamente imprescindível e só ele renderia um volume completo de considerações. No total, escreveu pelo menos 44 romances – 36 deles de ficção científica – 121 contos e uma biografia. Foi precursor do gênero cyberpunk que funde rock, quadrinhos, prosa pós-moderna e narrativa policial, tudo isso misturado a temas científicos. Certamente sua obra mais conhecida é Do androids dream of electric sheep? (traduzido no Brasil como O caçador de andróides), levado para o cinema como Blade runner – O caçador de andróides, com direção de Ridley Scott.
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Dessa vez, foi fácil. Todos os respondentes se deram bem e, por isso concorrerão ao sorteio dos brindes ofertados pela Editora Univali e pela Dani Haendchen. Segue a lista:
1 . Roberta Cristina Filipov
2. Lígia Barros
3. Neiriberto Borges
4. Marília Barros
5. Aline M. Gomes
6. Tayla Olandim Gomes
7. Luma Kimura
8. Lidyanne Alves Aquino
9. Raphael Jonatham O. Soares
Valeu, galera!
OBS 1:
- Leitura e resenha do tema Obras épicas
- Quizz respondido com 100% de acerto
1) Qual é o título do livro de autoria de George Orwell publicado em 1949 que nos conta sobre a vida em um estado totalitário dominado pelo Big Brother?
Resposta: "c" - 1984 http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Orwell
2) Que escritor britânico é o criador do personagem Arthur Dent?
Resposta: "c" - Douglas Adams http://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Dent
3) Qual desses escritor criou as três leis da robótica?
Resposta: "a" - Isaac Asimov http://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_da_Rob%C3%B3tica
4) Quem escreveu O jogo do exterminador?
Resposta: "d" - Orson Scott Card http://www.devir.com.br/literatura/fc_exterm.php
5) Quem escreveu a Companhia dos mágicos?
Resposta: "b" - Robert Heinlein http://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_A._Heinlein
6) Qual é o tema do livro Fahrenheit 451 de Ray Bradbury?
Resposta: "a" - Um mundo onde os livros são proibidos http://pt.wikipedia.org/wiki/Fahrenheit_451
7) Quem escreveu a série O Ciclo Terramar?
Resposta: "b" - Ursula Le Guin http://pt.wikipedia.org/wiki/Ursula_K._Le_Guin
8) Precurso da Ficção Científica que escreveu As viagens de Gulliver?
Resposta: "a" - Jonathan Swift http://pt.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Swift
9) Qual o nome da robopsicóloga criada por Asimov?
Resposta: "b" - Susan Calvin http://pt.wikipedia.org/wiki/Susan_Calvin
10) Qual das obras distópicas abaixo foi escrita por Margaret Atwood?
Resposta: "c" O conto da aia. http://www.cienciamao.usp.br/tudo/fic.php?cod=_contodaaia
Veja a lista dos aprovados logo mais.
Chegou a hora de nosso quiz literário. As perguntas referem-se ao tema anterior: Ficção Científica. E está valendo mais um livro cedido pela Editora Univali que a Danizinha, logo mais, irá anunciar. E claro, o sortudo da vez irá ganhar um especialíssimo marcador feito pela Danizinha.
Responda ao questionário constante no formulário abaixo. Clique no link para acessar a página do quizz:
- Para participar do quizz é necessário ter lido e resenhado o(s) livro(s) referente(s) ao tema do mês anterior.
- O quizz deverá ser respondido, impreterivelmente, até o dia 25/05. Após essa data, não será permitido o envio do questionário respondido.





