Resenha do livro: Operação Cavalo de Tróia  v: 2 Segunda Viagem.
J.J. Benítez. Editora: Mercuryo. Pag.492
Tema:
Ficção Científica
Mês
: Abril


Olá Pessoal, a leitura do livro é uma leitura magnífica, porém difícil aquele que ler, saberá do que estou falando. Comecei a ler o livro por indicação de uma amiga que me falou dele e achei muito interessante.

Resumo

O Livro conta a história de Jesus de Nazaré. Em Abril de 1980 Benítez conheceu um homem ao qual chamou de Major, visto que o mesmo pertenceu as Forças Áreas Americana e seu nome não podia ser divulgado. O Major lhe concedeu um diário de uma operação extremamente sigilosa que ocorreu em abril de 1977 neste livro Benítez retoma o diário do Major que após voltar da viagem encontra um momento político tenso . O mundo passava por diversas turbulências incluindo o Oriente Médio e é a partir daí que começa a 2° viagem. Em meio a todos esses conflitos o Major tem a oportunidade de ouvir uma gravação da ultima ceia, da qual descobre fatos surpreendentes.

A segunda missão do Major seria analisar a natureza e a composição anatômica do corpo de Cristo, para refutar ou comprovar a ressurreição.  Enfim neste livro Benítez novamente de f
orma estrondosa , leva o leitor a pensar em fatos antes nunca pensados, e a se questiono a cerca da verdade.

Como trechos marcantes, vou salientar

_ “Pedro, em verdade, em verdade te digo, que esta noite, antes que o galo cante, ter-me ás negado ... três ou quatro vezes...”

E como se uma cascata de luz, também violácea, se derramasse de um ponto indeterminado do cérebro daquele “ser”, assim foi completando-se a figura. Quando toda sua estrutura estava formada e banhada de luz mate, surgiu diante de nossos olhos a massa de um “homem luminoso”. Sinto-o. Não tenho outra qualificação.

È isso galera o livro é ótimo Aguardem o volume 3.

Nota: 5


FORTALEZA DIGITAL - DAN BROWN

Por Fabiane Siqueira

Resenha de Abril – Ficção Científica

A NSA – Agencia de Segurança Nacional –Constrói um super computador, que é capaz de decodificar qualquer mensagem criptografada , de qualquer parte do mundo. O intuito é minimizar ou eliminar possíveis ameaças a população, ao governo, ao País, os EUA. O grande xis da questão é que o TRANLTR  é mantido em segredo e opera de maneira independente, acima de qualquer legislação. Ensei Tankado, criptógrafo e ex funcionário da agencia, para se vingar, declara na rede, que possui um algoritmo inquebrável - FORTALEZA DIGITAL - e que vai disponibilizar a todos interessados. Stratmore e Susan Fletcher tentam de todas as formas achar meios para decodificar o algoritmo, que na verdade é um vírus, que tem como objetivo destruir o TRANSLTR. Nos últimos segundos o vírus consegue ser decodificado e os segredos mais bem guardados dos EUA ficam a salvo. .

Com vários lances de ação, suspense e espionagem, o livro fez com que eu refletisse na questão de privacidade.  Até que ponto estamos seguros sobre o que fazemos e vivenciamos na grande rede que é a internet? Claro, não fazemos parte de conspirações, complôs ou mistérios supersecretos. Mas e o direito a individualidade, a privacidade, ele existe, é respeitado?  O livro faz com que se questione e reflita sobre isso.


Por Fernanda Fernandes

Mas um mês difícil, mas por isso se chama desafio né.... Nunca tive interesse em ler essa série, mas como tinha que escolher, optei por esse que é bem conhecido, e... surpresa! Adorei! Quero começar logo a ler “O restaurante do fim do Universo”.
A imaginação desse cara é fora do normal, muita coisa bizarra, mas ele escreve de um jeito tão “sério”, que deixa a leitura bem gostosa. Por exemplo, a explicação da criação de uma máquina para medir a improbabilidade infinita, que comédia!
            Os personagens são ótimos, menos o Arthur, achei ele muito lerdinho... Mas no fim, achei que tudo junto ficou legal.
            Ah, Dinamite Pangaláctica entrou pra minha lista de bebidas que “tenho” que experimentar, junto com cerveja amanteigada e whisky de fogo!
Livro: O Guia do Mochileiro das Galáxias
Autor: Douglas Adams
Nota: 4/5


Por Fernanda Fernandes

Esse livro não estava na minha lista, mas é ficção, fiquei na dúvida se posso incluir...
Se puder, aí vai a resenha!

            Não sou muito fã de histórias distópicas, tipo o planeta acabou, os alienígenas invadiram ou um vírus matou todo mundo... Mas esse conseguiu prender minha atenção. Um dos grandes lançamentos do ano, Eu sou o número quatro conta a história do “Quatro” um alien vindo do planeta Lorien, que foi totalmente destruído pelos mogadorianos. Estes, os vilões, acabaram com todos os recursos de seu próprio planeta em busca de progresso sem limite. Em busca de recursos como água, por exemplo, invadiram Lorien, destruíram toda a civilização e utilizaram todos os recursos naturais, deixando esse planeta inabitável. Agora caçam os lorienos que conseguiram escapar para a Terra, mas também estão analisando nosso planeta, e pretendem fazer o mesmo com ele.
A história e envolvente e os personagens carismáticos, me apaixonei por Bernie Kosar!
Nestes tempos que se falam tanto em desenvolvimento sustentável e como podemos ajudar nosso planeta, é uma leitura fascinante, que mostra que apesar de não termos um alien como namorado, essa realidade de devastação não está tão distante de nós.

Livro: Eu sou o número quatro
Autor: Pittacus Lore (codinome)
Nota: 4/5



Resenha Desafio Literário  2011:
Tema: Ficção Científica / Mês: Abril – opção 2
por Cleia (cleia.le@bol.com.br)

título: A MÁQUINA DO TEMPO
autor: H. G. WELLS
editora: Nova Alexandria
páginas: 126
título original: The Time Machine
tradução: Daniel Piza

O tema deste mês, para mim, representou um verdadeiro desafio, ao qual confesso não ter conseguido fazer frente. Das três possibilidades escolhidas e colocadas em minha lista, até agora só consegui ir até o fim do pequenino “A Máquina do Tempo”, de H.G.Wells.
Gostaria de registrar logo de início meu desinteresse por livros de ficção científica. Nada contra, mas nunca me atraíram. Uma questão de gosto ou de afinidade, somente. Li alguma coisa de Julio Verne ainda muito jovem (meu pai o adorava e incentivava). Li George Orwell, Aldous Huxley e gostei, na época, dos seus respectivos “1084” e “Admirável Mundo Novo”. Utopias me agradavam mais, como “Walden II”, de Skinner ou o “Walden” original, de Thoureau, mas eram coisas dos anos 70...
Talvez pela falta de familiaridade com o tema eu tenha feito escolhas inadequadas, pode ser, mas o fato é que, mesmo reconhecendo ser uma leitura interessante, não me calou fundo. Receio dizer: para mim, a máquina ficou perdida tempo, sem nenhum gosto de novidade. No meu tempo pessoal, reconheço, e a escolhi por saber que é um clássico de inegável valor como marco inicial do gênero ficção científica e “inventora” da fascinante idéia de uma máquina que nos permite viajar no tempo.
A narrativa é desenvolvida por 2 narradores em primeira pessoa. O primeiro relata o que viu e ouviu do Viajante do Tempo. O Viajante é um cientista que inventa uma máquina do tempo e explica inicialmente a um grupo de pessoas (com formação ou situação social compatível, como médico, psicólogo, prefeito, jornalista etc.), o funcionamento da engenhoca por meio de considerações sobre o conceito de Tempo. Ao voltar da primeira experiência o viajante encontra a mesma turma e passa a ser o narrador, a descrever sua aventura, para então, no final, o primeiro retomar a palavra e relatar o desfecho da história. Achei esta estrutura muito interessante.
O Viajante do Tempo faz sua primeira viagem até o ano de 802.701, permanecendo, entretanto, no mesmo ponto do espaço onde mora, em Londres. Neste mesmo local, porém no futuro, vê-se envolvido com novos seres (que já são muito diferentes dos atuais humanos). Em seu relato descreve os seres e os ambientes em que vivem, sobrevivem e interagem e vai tecendo considerações, a medida em que os dias passam, sobre a dinâmica daquela sociedade, comparando com o estado de coisas em sua época, o século XIX.
Ao partir, o viajante avança ainda mais no tempo e, mesmo sem saltar da máquina para uma nova estadia no futuro, vê o destino da nossa civilização. Engraçado é que, apesar de ficar sempre lá mesmo em Londres, onde morava – a máquina não se move no espaço – conclui que tudo estaria do mesmo jeito no restante do mundo. Será?
O texto (publicado em 1895) incorpora de forma crítica as principais linhas de pensamento da época. O marxismo – representado pelo conflito entre os seres que encontra no futuro, divididos em 2 classes sociais, o dominado e o dominador; e o positivismo – representado pela crença de um progresso permanente proporcionado pelo desenvolvimento científico.
Apesar de uma certa decepção, é uma leitura muito recomendável, especialmente para os mais jovens ou para aqueles que estão despertando para conteúdos que levam à reflexão e ao questionamento sobre o comportamento humano e o modo como estamos cuidando, na vida real, do futuro da nossa sociedade e do nosso planeta.
Nota: 3/5
Nota da capa : 3/5 – A capa desta edição dá alguma indicação sobre o conteúdo e a época da história, mas não é atraente. Por sua antiguidade, o livro já teve várias edições com capas muito melhores.


Por Débora Cardoso

Resenha do livro: Operação Cavalo de Tróia  v: 1 
J.J. Benítez. Editora
: Mercuryo. Pag.557
Tema: Ficção Científica
Mês: Abril

Olá Pessoal, a leitura do livro é uma leitura magnífica,porém difícil aquele que ler saberá do que estou falando. Comecei a ler o livro por indicação de uma amiga que me falou dele e achei muito interessante. Quero esclarecer que partes do livro é ficção, porém a parte que fala dos acontecimentos referentes à crucificação de Jesus foi escrita com bases em estudos científicos e os costumes da época.

Resumo

O Livro conta a história de Jesus de Nazaré. Em Abril de 1980 Benítez conheceu um homem ao qual chamou de Major, visto que o mesmo pertenceu as Forças Áreas Americana e seu nome não podia ser divulgado. O major lhe concedeu um diário de uma operação extremamente sigilosa que ocorreu em abril de 1977 neste diário o mesmo relata a forma como Jesus foi crucificado.

Gostaria de salientar que como muitos sabem a bíblia canônica que conhecemos não contém todos os acontecimentos dessa época, e mais nos livros escritos pelos discípulos é notável que tudo depende do ponto de vista, já que em várias passagens os acontecimentos são narrados de forma diferente.

Como trechos marcantes, vou salientar só dois, pois a maioria são o que conhecemos da Bíblia, porém com mais detalhes inclusive da política da época.

_ Se tua presença no mundo obedece a uma razão tão elementar como a de depositar uma mensagem para toda a humanidade, não crês que “tua igreja” é demais?

_Minha igreja?_ perguntou por sua vez Jesus, embora em minha opinião, houvesse entendido perfeitamente. Não tenho tido, nem tenho a menor intenção de fundar uma igreja, tal como pareces entendê-la.

È isso galera o livro é ótimo Aguardem o volume 2.

Nota: 5


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Demorou um pouquinho, mas chegou o dia de mais um sorteio aqui no Blog do Desafio Literário 2011.


Para quem não sabe, ou esqueceu, os prêmios mensais são compostos por um (01) livro da Editora Univali e um (01) marcador de página personalizado, feito por mim, em ponto cruz.

No segundo sorteio, está valendo o livro Elias Adaime e o Correio, de Izabele Balbinotti, que retrata a história da imprensa e sua relação com o regime ditatorial, mostrando ao leitor as formas de contestação e as estratégias usadas pelos meios impressos de comunicação para dissimular mensagens e ideias. Para isso, a autora estudou o caso do jornal Correio, do ex-deputado federal Elias Adaime, que, em 1976, se destacou entre os jornais catarinenses pela linha editorial de elogios às atitudes federais e críticas severas aos governos estadual e local, como uma estratégia de defesa.

Quem quiser conhecer e/ou adquirir outras obras da Editora Univali, é só acessar o site: www.univali.br/editora.


Ah! No mês de fevereiro, foi doado um exemplar do livro Minha fama de mau, do cantor e compositor Erasmo Carlos. Então, este livro também está na rodada, ok? Agradecemos imensamente à Rê Lima por contribuir com nossa brincadeira literária.

Quanto ao marcador de página personalizado, a proposta é o ganhador tem que escolher um dos seis modelos da figura abaixo para que eu possa confeccioná-lo com a inicial do nome.

Gostaram da ideia?




Então, Vivi, diga logo quem é a primeira sortuda!

Oi, aqui estou eu! E a ganhadora desses prêmios bacanudos é a Cristina Tronco.


Parabéns, Cristina! Agora é partir pro abraço. Envie  os dados com nome e endereço para o email desafioliterario[arroba]gmail[ponto]com. Não se esqueça de mencionar o modelo de marcador escolhido, ok?

Beijo! Beijo!

Danizinha (Blog Leitura do Momento)

Vivi (Blog Romance Gracinha)


Conforme combinado, aqui estou para divulgar os participantes que acertaram todas as respostas de nosso quizz literário. E os nomes são:

   1. Roberta Costa
   2. Cristina Tronco
   3. Tayla Olandim Gomes
   4. Cíntia Mara de Castro Ribeiro

Parabéns!!!! Aguardem o sorteio no dia 23/03.

OBS 1: 
Critérios que validam a participação no sorteio do brinde: 
  • Leitura e resenha do tema Biografia e/ou Memórias
  • Quizz respondido com 100% de acerto

OBS 2 :
A ordem dos nomes listados observam a sequência de envio do questionário. O sorteio será feito via random.org observando essa mesma sequência numérica.

OBS 3:
 Os respondentes que quiserem solicitar revisão do resultado fiquem atentos ao prazo. Terão até o dia  22/03 para fazê-lo. Envie a solitação de revisão para o email do DL:desafioliterario[arroba]gmail[ponto]com


É com imenso prazer que o DL divulga O lançamento do Livro Sarney: A Biografia de Regina Echeverria. Quem puder comparecer, fique atento às datas e aos locais mencionados nos cartazes, pois um dos eventos acontecerá em Brasília e o outro em São Paulo.






No desafio do mês passado (Biografia e/ou Memórias), Regina Echeverria colaborou com um belo texto apontados os caminhos para melhor desfrutar da leitura do gênero biográfico. Leia o texto aqui.


1) Qual das biografias abaixo não foi escrita por Ruy Castro?

Resposta correta: Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia de Nelson Motta – Editora Objetiva – 2007
Fontes: http://www.infoescola.com/biografias/ruy-castro/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nelson_Motta

2) Qual escritora brasileira teve sua biografia escrita por um autor americano, lancada em 2009 no Brasil?

Resposta correta: Clarice Lispector
Livro : Clarice, - Benjamin Moser – Cosac Naif – 2009
Fonte: http://editora.cosacnaify.com.br/Busca2.aspx?texto=Tclarice

3) Em 2007, qual artista brasileiro teve o livro com a sua biografia retirado das lojas e sua venda proibida pela justica?

Resposta correta: Roberto Carlos
Livro – Roberto Carlos em Detalhes – Paulo Cesar de Araújo, lancada em dezembro de 2006 e proibida a venda em abril de 2007.
Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Carlos_em_Detalhes

4) O escritor inglês Andrew Morton escreveu muitas biografias autorizadas e não autorizadas de vários artistas e personalidades. Em qual das alternativas abaixo há um artista (ou personalidade) não biografado por Morton?

Resposta correta:  Elton John não foi biografado por Morton
Biografias escritas por Andrew Morton:

    * Angelina: An Unauthorized Biography (Angelina Jolie);
    * Tom Cruise: An Unauthorized Biography (Tom Cruise)
    * Diana: Her True Story (Lady Di);
    * Posh & Becks (David & Victoria Beckham);
    * Monica’s Story (Monica Lewinsky)
    * Madonna;
    * William & Catherine – A Royal Wedding (Principe William & Kate Middleton)

Fontes: http://en.wikipedia.org/wiki/Andrew_Morton_(writer)
http://jolienews.wordpress.com/category/andrew-morton/
http://www.amazon.com/William-Catherine-TK-Andrew-Morton/dp/0312643403/ref=sr_1_27?ie=UTF8&qid=1297439196&sr=8-27

5) Quem escreveu o polêmico livro "Zélia, uma paixão" sobre a ex ministra Zélia Cardoso de Mello?

Resposta correta: Fernando Sabino
Fonte:  http://www.releituras.com/fsabino_bio_imp.asp

6) A escritora britânica Antonia Fraser, esposa do dramaturgo Harold Pinter, escreveu várias biografias, entre elas, a de uma mulher muito famosa na Historia Mundial. Essa mulher é:

Resposta correta: Maria Antonieta
Fontes: Wikipedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Antonia_Fraser
Site da autora: http://www.antoniafraser.com/

7) Qual o nome do livro escrito por Jon Krakauer que narra a vida do jovem Christopher McCandles, que abandonou tudo e partiu  para uma aventura sem volta para o Alaska?

Resposta correta: Na Natureza Selvagem (Into the Wild)
Fonte: Wikipedia -  http://pt.wikipedia.org/wiki/Jon_Krakauer

8) Qual das biografias de Jane Austen foi escrita por seu sobrinho James Edward Austen-Leigh?

Resposta correta:  A Memoir of Jane Austen. Os outros livros foram escritos por:

   1. Claire Tomalin (Jane Austen: A Life);
   2. David Cecil (A Portrait of Jane Austen);
   3. Paula Byrne (The Real Jane Austen).


Fonte: Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jane_Austen

9) Uma das seguintes autobiografias de astros do rock não foi lançada em 2010 no Brasil. Qual?

Resposta correta:  Slash - Anthony Bozza/Slash (guitarrista do Guns n’ Roses)
Fonte:  Submarino: http://www.submarino.com.br/produto/1/21394486/slash

10) Qual dos livros abaixo não foi adaptado para o cinema?

Resposta correta:  Paula – Isabel Allende
Fonte:
   1. The Pursuit of Happyness, com Will Smith - Livro de Chris Gardner:

2. Freedom Writer’s, com Hillary Swank; Livro escrito por Zlata Filipovic e Erin Gruwell:
http://www.amazon.com/Freedom-Writers-Diary-Teacher-Themselves/dp/038549422X

3. Girl Interrupted, com Winona Ryder e Angelina Jolie. Livro de Susanna Kaysen:

 A lista, com os nomes dos aprovados (que tiveram 100% de acerto), será divulgada no blog do Desafio Literário até o dia 20/03. 
O participante que discordar do gabarito terá um prazo de dois dias (21/03 e 22/03) para solicitar  a revisão. 


È a hora do Quizz, pessoal. As perguntas referem-se ao tema anterior: Biografias e/ou Memórias. Vamos lá, não perca tempo e responda ao questionário constante no formulário abaixo. Clique no link para acessar a página do quizz:

Quizz de Fevereiro (Biografias e/ou Memórias) Encerrado!

- Para participar do quizz é necessário ter lido e resenhado o(s) livro(s) referente(s) ao tema do mês anterior.

- Concorrerão ao sorteio do brinde aqueles que tiverem respondido o quizz com 100% de acerto.

- O quizz deverá ser respondido, impreterivelmente, até o dia 16/03. Após essa data, não será permitido o envio do questionário respondido.

- O gabarito do Quizz Literário referente ao tema do mês de fevereiro (Biografia)  será divulgado no dia 17/03.

- A lista, com os nomes dos aprovados (que tiveram 100% de acerto), será divulgada no blog do Desafio Literário até o dia 20/03.

- O participante que discordar do gabarito terá um prazo de dois dias (21/03 e 22/03) para solicitar  a revisão.  


E aqui estamos nós com a prazerosa missão de apresentar mais uma contribuição dos participantes do Desafio Literário 2011. Dessa vez,  Raphael, mais conhecido em nosso meio como Elaphar, cedeu-nos um texto de sua autoria que elucida algumas questões importantes acerca do gênero épico. É para ler, apreciar e aprender.

"O gênero épico é uma das mais antigas manifestações literárias. O enredo caracteriza-se por ressaltar os feitos dos heróis ou as aventuras de um povo. Neste mês, vamos desengavetar aqueles romances épicos que compramos por impulso e acabaram no esquecimento!"


Mais um mês de Desafio Literário, e agora com um dos mais aguardados temas do ano: o Gênero Épico. Como tradição, discorrerei um pouco de minhas opiniões sobre o tema e postarei a lista do mês com alguns livros bônus.

O gênero épico é um dos gêneros mais antigos, e é importantíssimo para a fundação das literaturas do ocidente, junto da tradução e das religiões. O gênero está presente em praticamente todas as literaturas nacionais, dentre elas a grega (com Homero), latina (com a Farsália, Eneida e outras), alemã (Nibelungenlied), nórdica (Livro de Veda), italiana (a Divina Comédia), portuguesa (Lusíadas) e até a brasileira (com a `Prosopopéia, Uraguai e Caramuru por exemplo). A literatura latina se fundou na vulgarização de Homero.

Em sua forma mais tradicional, o gênero épico é um grande poema (inspirado por calíope) dividido em cantos. O poema épico possui Proposição, Invocação, Dedicatória, Narrativa e Epílogo entre outros elementos, e inicia in medias res, ou seja, no meio da história, para apenas depois chegar ao início (analepse) e posteriormente ao desfecho (prolepse). Sob esse aspecto (isso é, no ponto de vista tradicional), a obra épica conta os feitos de um Heroi, considerado exemplar, que representa toda a identidade de uma nação. A presença do mito é muito forte na épica.

Outras características da poesia épica tradicional é que sempre há a narrativa (narrador + narração) e o tempo da diegese (narrativa) é anterior ao da narração, por isso os verbos tendem a ir para o passado. Há também no gênero os personagens e o espaço, diferente da lírica que pode se desenvolver sem personagem ou espaço. Uma coisa que é importantíssima é a tragetória do heroi, que é a diverença crucial entre a épica e a tragédia por exemplo. Na épica, a tragetória do heroi é crescente, e na tragédia decrescente. A morte não pode ser considerada aí como uma tragédia, pois a morte pode tanto ser o ápice da vida do heroi (como é o caso de Aquiles) como o seu fim trágico (como no caso de Antígona).

Movendo-se para a modernidade, o gênero épico sofreu muitas modificações, que deu origem ao romance moderno (que convencionalmente, dizemos que Don Quixote é o primeiro romance moderno). Podemos dizer que todos os romances são derivados do gênero épico, entretanto, essa afirmação carece de rigor. Alguns romances são muito mais líricos ou dramáticos que épicos propriamente dito. Algumas coisas do gênero épico devem, ao meu ver, ser conservadas para que um romance possa receber o título de "épico", e, dentre elas, 3 creio que são fundamentais: 1- A épica procura retratar e legitimar uma identidade (sendo assim, os romances de formação são basicamente épicos); 2 - A tragetória do heroi deve ser crescente, mas não nescessáriamente no sentido tradicional (isso depende da análise); 3 - Deve haver uma relação entre real (ou discurso de verdade) e ficcional.

Portanto, posso defender-me de minhas escolhas (pelo que acredito desses livros, pois não os li):

Na minha lista principal, ha como titular o livro A Morte em Veneza de Thomas Mann. Escolhi esse livro pois há um conflito entre os belos e as morais, e há (aparentemente) a busca de uma identidade. Essa escolha foi muito influenciada pela biografia do autor. O segundo livro é Geórgicas de Virgílio (em tradução de Feliciano de Castilho), escritor de épica tradicional.Geórgicas não é como Eneida, e não é Épica em seu sentido mais tradicional, entretanto, pelo que li a respeito, há uma busca pela identidade bucólica local, embora não saiba se há propriamente um heroi. É um livro que devo ler e analizar sua epicidade x lirismo. O último livro é Fernão Capelo Gaivota de Richard Bach, que acredito ser uma busca identitária, baseada em uma mitologia e moral (cristãs), com um serto discurso de modelação, e um herói em rumo ascendente (simbolicamente representado pelo voo). Os livros bonus serão: As 4 Óperas do ciclo O Anel dos Nibelungos de Wagner, que além de literatura é música e teatro, e além de épico é dramático e lírico. Além da Ópera, resenharei o livro Nibelungenlied, formadora da literatura alemã e épico no sentido mais tradicional. O Terceiro livro bônus será Eneida, um modelo do gênero épico. Sigam-me os bons.

LISTA
Titular: A Morte em Veneza - Thomas Mann.
1º Reserva: Hortência - Marques de Carvalho.
1º Reserva: Geórgicas - Virgílio (trad: F. de Castilho)
2º Reserva: Fernão Capelo Gaivota - Richard Bach

BÔNUS 
Der Ring des Nibelungen (4 Óperas) - Richard Wagner (Das Rheingold,Die Walkürie, Siegfried e Götterdammerung)
Nibelungenlied - Anônimo
Eneida - Virgílio (tradução de Odorico Mendes)

Curiosidade: Uma obra épica brasileira (a Prosopopéia de Bento Teixeira) é um caso raro na história da literatura. Muito se discute quanto à valoração de obras literárias, mas, ao que eu saiba, é unânime que a Prosopopéia é um livro ruim. Nunca ouvi ou li nada que refute essa afirmação. De qualquer forma, esse livro marca o início da literatura no brasil (embora escrita por um português). 



Raphael Jonatham de O. Soares
Graduando em Letras Com Hab. em Língua Portuguesa (UFPA-CUNCAST)
Bolsista de Iniciação Científica do CNPq (UFPA-LAMA)
Lattes: http://lattes.cnpq.br/8814817093442829
Blog: http://blogelaphar.blogspot.com


Agradecemos ao Raphael pela gentileza em nos conceder esse momento de aprendizado. (Equipe DL 2011)



Alguns dos participantes têm nos perguntado acerca do significado de Obras Épicas. A primeira coisa que se deve ter em mente é o entendimento de que o sentido de épico, longe de ser fixo, pode variar de acordo com determinada época e a sua cultura. 

Segundo Houaiss, o épico “relata, em versos, uma ação heróica”. Esse é o conceito primordial de  literatura épica. Aquela que narra ou descreve fatos lendários ocorridos em um determinado espaço e tempo.  Há sempre um herói, o seu ideal, ações exemplares e grandes feitos em favor de um povo.

Dentre os poemas épicos podemos citar: Odisséia e Ilíada de Homero, Eneida de Virgílio e Beowulf.

Com o advento da modernidade, o épico se adapta aos novos tempos e surgem as epopéias mais modernas: Ulisses de James Joyce e A divina Comédia de Dante Alighieri. 

Por entender que a literatura é um sistema aberto, o DL é inclusivo. Não criamos picuinhas. Por isso, não se deixará de fora livros tidos como não canônicos. Entre os quais, a série Harry Potter e  O Senhor dos Anéis. 

Há que se fazer menção dos Livros com traços do épico: Pedro Páramo, Cem anos de solidão, A casa dos espíritos e Grande sertão veredas.

E, por fim, entram na onda também os épicos históricos “modernosos”: Phillipa Gregory, Diana gabaldon e Jean Plaidy.

PS
: Bem-vinda seria a colaboração textual de estudiosos da temática.  Uma vez que tem sido uma experiência prazerosa contar com especialistas para inaugurar o nosso rito mensal de leitura, fomos à busca de alguns deles para abrir os nossos trabalhos.  No entanto,  a única resposta ao nosso convite foi o silêncio.  Por sorte, os livros estãos vivo e falam.   E se são a razão de estarmos aqui, deixemos com eles a tarefa de abrir os trabalhos do mês. Vambora ler. (vide as dicas de leitura da IL).

PS1:  Por um equívoco incluímos a obra Romeu e Julieta em nossa lista de Obras épicas. Por mais memorável que seja, Romeu e Julieta é do gênero dramático. No entanto, considerando que a falha é nossa, o participante que selecionou o referido livro não será penalizado.

PS2: O presente texto é sujeito à correção. Se existe algo a ser manifesto, pode dizê-lo sem restrição.

PS3: Em reconhecimento à importância da parceria e colaboração no projeto Desafio Literário, abriremos uma página especial para agradecer àqueles que nos apóiam. Em breve!

Obrigada pela atenção.

Equipe DL 2011


Os relatos pungentes de vítimas do holocausto saíram na frente.  E temos aí em primeiro e segundo lugar: O diário de Anne Frank coladinho com Olga. Em terceiro lugar, Bilionários por acaso. È a saga do Facebook crescendo no conceito da galera.

 E, como não poderia faltar, os destasques do mês:


Kycia Rodrigues - 6 livros lidos 
Li Castro - 5 livros lidos
Lyani - 5 livros lidos
Aline Gomes - 4 livros lidos 
Márcia Pereira - 4 livros lidos
Vivi Ferreira - 4 Livros lidos


Fevereiro chegou ao fim, e com ele o segundo tema do nosso Desafio Literário 2011. Mais uma vez o número de resenhas foi espantoso (que continue assim!). Muito bacana as escolhas de todos, biografias de persnagens tão diferentes. Um mosaico de vidas que deixaram saudade, que nos marcaram por um motivo ou outro. E para o encerramento de fevereiro, convidamos a leitora e blogueira Luma Kimura, que particpou conosco desse desafio, para nos deixar um depoimento sobre como foi ler e resenhar Biografias. Além do depoimento ela compartilhou uma lista de biografias interessantes que poderemos ler no futuro. Confere:


Sempre gostei de observar as pessoas no dia a dia, sentar em algum banco de praça e capturar os transeuntes apenas com o olhar, tentando imaginar quais seriam as histórias, os medos e as alegrias que cada uma das pessoas que cruzam, ainda que por poucos segundos, o meu caminho, carregam por trás dos semblantes que ostentam enquanto caminham. Um hábito bobo, eu sei, mas a verdade é que as histórias das pessoas me fascinam sobremaneira.
Todo mundo gosta de histórias. E como bem disse a Regina Echeverria no texto de abertura do tema do mês "toda pessoa tem uma história para contar". Acho que um dos grandes pontos de fascínio dos livros de biografia e memórias vem do fato de sabermos que os fatos narrados ali foram vivenciados por pessoas de carne e osso, como eu e como você, não importa se famosas ou anônimas, são pessoas de verdade na mais espetacular narrativa do universo: a vida.
Para o DL escolhi biografias de 3 "celebridades" de diferentes áreas de meu interesse - música, cinema e literatura - cujo trabalho foram, de uma maneira ou de outra, muito inspiradores para mim. Experiência riquíssima onde tive a oportunidade de conhecer um pouco mais a respeito dos seres humanos por trás das imagens projetadas na mídia, suas origens, entender melhor seus trabalhos e suas opiniões.
Uma biblioteca de biografias que desperte a simpatia depende muito dos interesses pessoais de cada pessoa, felizmente as opções são abundantes e existem opções para todos os gostos. Longe de qualquer tipo de pretensão, apenas em um âmbito pessoal, encerro com uma pequena lista de biografias que me marcaram de alguma maneira:
* Mais Pesado que o Céu - Uma Biografia de Kurt Cobain (Charles R. Cross)
* A Massai Branca (Corine Hofmann)
* Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída... (Kai Hermann, Horst Rieck)
* Feliz Ano Velho (Marcelo Rubens Paiva)
* Infiel - A história de uma mulher que desafiou o islã (Ayaan Hirsi Ali)
* A gente não é sério aos dezessete anos (Barbara Samson)
Luma, muito obrigada por seu depoimento.

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E março já está aí. Boa leitura a todos!